Quem é o ser humano?

   Um ser vivo? Um ser morto? Somos todos iguais e diferentes,temos vida,coração,somos altos,baixos,gordos,magros,loiros,morenos,negros,ruivos.Somos um mundo,um país,uma cidade,um bairro.Somos uma criatura feita por Deus,somos filhos,somos pais,avós,tios,bisavós,tataravós,irmãos,primos,amigo,inimigo.Somos o inimigo da natureza,ou o amigo dela.Somos ricos,somos pobres.
   Somos trabalhadores,somos desempregados.Somos emotivos,alegres,felizes,tristes,angustiados,motivados,otimistas.Somos uma estrela que mais brilha,somos a que menos brilha.Somos bebês,crianças,jovens,adultos,idosos.
   Mas de acordo com Deus,somos todos irmãos.

Escrito pelo aluno;Diego Silva Moreira
 

FOME ENVELHECE NOS DESERTOS DO CEARÁ

Tudo em volta nem está tão triste assim. Há um verde-cinza que engana a vista e o povo ri
Foto: Agência Brasil
Os repórteres Xico Sá e Ubirajara Dettmar, da Agência Brasil, continuam andando pelo Nordeste brasileiro, traçando o retrato da fome do Brasil. A sexta parada deles é no Ceará, onde recolheram depoimentos nos municípios de Irauçuba e Caridade.
Tudo em volta nem está tão triste assim. Há um verde-cinza que engana a vista e o povo ri, toma cachaça, acredita nos deuses que dançam com o mais recente sucesso do forró. No auto-falante, a toda altura, "Amor de rapariga", música sobre moças perdidas que encantam o mundo, os pequenos e derradeiros cabarés do semi-árido. Até choveu este ano, vez por outra um açude dá sinais da fartura possível, uma traíra, um piau, chupa-pedra, um peixe seco que se lambuza na lama, um menino nu que nada para a beira da outra margem da coisa alguma, a vida de quase sempre, besta, devagar, um mundão de rostos vincados de poucos anos e muita espera.
"Quantos anos a senhora tem?", pergunta o repórter, sob os vícios burocráticos da função. "Quantos o senhor me dá?", devolve Maria Cícera de Souza. Parece ter alguma coisa como meio século de necessidade. "Sabe não?", dona Maria Cícera insiste, sem a aparente tristeza que se espera dos que penam. "Uns trinta", diz, pois não tem ciência nem tampouco registro de nascimento certo.
Largada do marido - "fugiu com uma rapariga e o diabo que o carregue pra mais longe ainda" - e mãe de três meninos, Maria Cícera sobrevive em Irauçuba, a 146 quilômetros de Fortaleza, uma das áreas mais atacadas pela desertificação no Nordeste. Nem o mulungu, cuja casca rende um chá para sonos profundos contra qualquer danação do juízo, sobrevive mais na terra infértil. A aroeira, antibiótico natural, também tem pouca resistência a essas alturas da caatinga.
O deserto no semi-árido, dizem os ecologistas do ramo, é pior do que o areião de tantas ventanias que acostumamos ver na TV e no cinema. Lá, no Oriente, as areias ainda representam vida, aqui significa terra morta, praticamente irrecuperável, em que se plantando nada dá - avesso do delírio da carta de Pero Vaz de Caminha quando do Descobrimento do Brasil. No semi-árido brasileiro, uma faixa equivalente ao Estado do Ceará já está deserta ou caminha para esta infertilidade.
Maria Cícera também acha que não terá mais filho. "Terra maltratada, acho que não sai mais nada daqui, minha criatura. O marido foi um traste, os dias lascaram o juízo, a precisão acabou com tudo, num presto mais é pra coisa nenhuma", diz, enquanto banha Francisco Lucas, 3 anos, e Maria Verônica, 2, no quintal de casa. "Num gosto de amostrar esses meninos sujos para ninguém", capricha, enquanto já veste a família para tirar fotos.
Por mais pobres que sejam, as mães não gostam de mostrar os filhos sujos ou sem alguma roupinha, como os miseráveis costumam ser exibidos na imprensa e no cinema piedoso do Brasil. Além dos dois, dona Maria Cícera tem mais uma, Maria Célia, 10, que já tem a sua vaidade própria.
A família de Irauçuba, município com 19.563 habitantes (dados do censo 2000 do IBGE) e quase toda a sua área tomada pela desertificação, passa fome. Quase todo dia. Só não vive mais à míngua por causa dos vizinhos, que repartem os nacos da sustança que têm. "Eu não vou falar nada, pois o senhor está vendo e não gosto de gastar saliva".
Maria Cícera não é assistida por nenhum programa de nenhum governo. Nem existir, existe. As crianças, também não. O pai ("aquele peste da bubônica!") se foi, os documentos estão incompletos. Os registros dos meninos, se é que foram tirados, ela não sabe mais, ninguém viu. Clandestinidade da moléstia. "E eu tenho mais juízo que preste, depois de tanta desgraceira?!", sacode.
O deserto de Irauçuba é a terra da paçoca, conserva feita de farinha com carne seca machucada no pilão. Útil para as grandes viagens. Como a dos paus-de-arara, ônibus e caminhonetes que passam carregadas de romeiros por ali. O rumo é São Francisco das Chagas, santo de Canindé, terra onde os devotos, cabeças grandes, inchadas de preocupações e necessidades, pagam todas as penitências.
"Quem é rico anda em burrico/ quem é pobre anda a pé", assim cantou Luiz Gonzaga sobre a mesma rota, décadas atrás. Agora existem as motos que cortam o caminho de estrada ruim, esburacada, mas os jegues mantêm-se como um arcaísmo mais do que utilitário. "Desaprega, Muderno", tange "seu" Antônio Saraiva da Silva, 56 anos, um jumento ao longe. O bicho não sai do canto.
A palavra moderno é muito utilizada no sertão para batizar coisa nova ou muito desconhecida. O jegue é de serventia, mas quando teima com o mundo imita as danações dos sertanejos, amua-se, resiste, empaca.
O município de Caridade, a 94 quilômetros de Fortaleza, no mesmo prumo do Canindé, diz tudo no seu batismo. Os nomes nunca são à toa nesse mundo das precisões. Até os apelidos dos meninos tratam do mesmo tema antigo: "Morta-fome", "barriga-intiriça", "bucho quebrado" e por aí afora. As histórias, nem tão antigas assim, dão conta de meninos e moças trocadas por comida, um dinheirinho de nada, uma carga de rapadura, como narram os cordéis mais velhos. Dar um filho para alguém ("gente com condição") criar é um pulo. "Já ouvi tanto essas histórias, mas a minha não dou nem com a polícia", diz Maria Elisângela Gomes da Silva, de 18 anos, mãe de Maria Elaineda, 2 anos. "Mas também eu falo por causa dessas ajudas novas (programa Fome Zero) que tira a gente da choradeira maior".
Feira do Fome Zero é segurança para escapar
Benedito Severino da Silva, de 57 anos, morador de Várzea Redonda, povoado do município de Caridade (CE), recebeu o primeiro benefício emergencial do programa Fome Zero, e trouxe para casa, com a sua mulher, Osmarina Ferreira da Silva, 48, uma feira que não estava acostumado fazer.
"Dez quilos de açúcar, nove de arroz, dois de bolacha, três de massa de cuscuz, uma lata de óleo, dois pacotes de macarrão, dois pacotes de bolacha, pimenta, alho, três quilos de farinha, café...", recita Osmarina, quase de um fôlego só. "Tem mais umas coisinhas", diz.
O casal teve 14 filhos. Quatro se foram, antes de completar um ano. Não há diagnóstico preciso. "Começou com uma diarreiazinha...", lembra a mãe, memorial da desnutrição. "Não é querendo me gabar não, mas hoje é mais fácil viver". Seu Benedito atalha: "Escapar, né, nega?"
O inverno, como é conhecida a estação das possíveis chuvas no Nordeste, não foi lá essas coisas. "Mas até que molhou, não vamos mal agradecer não", retorna Benedito à conversa. A família plantou feijão e milho. Tirou pouco, subsistência. Um menino vem lá de dentro da casa, de onde sai um barulho de TV e de cachorro com latido de bom caçador, com a nota fiscal das compras listadas aí acima.
Família zelosa com o benefício que recebe do Mesa (Ministério Extraordinário da Segurança Alimentar e do Combate à Fome). "Quero ver o cabra me pegar enrolando um ser humano nessa vida". É seu Benedito de novo. "Hoje ele tá é conversador", espanta-se a mulher. "Ele é tão amuado".
Finalzinho de dia, aquele vermelhão no poente de Caridade. As antenas parabólicas - o sertão tem parabólica, muitas delas enviadas pelos filhos migrantes em São Paulo , até na copa dos juazeiros - chegam com as "desgraças" da capital. Haja crime. "O povo gosta de ver essa patrulha", diz Maria Zenaide, 45 anos, sobre o gosto por programas policiais. "Mas aqui a gente ainda pode dormir de porta aberta".
Um cheiro de cuscuz com feijão sobe no ar. Mais adiante, o sabor é de paçoca. "Chegue pra cá, venha comer", convidam os moradores. Os mais velhos preferem a conversa nas frentes das casas, esquecem a vida que chega pela TV. As meninas correm para a "perdição", como dizem os pais, novelística. Um caminhão passa, lá longe, com romeiros cantantes para o Canindé. Na estrada, meninos esfomeados tapam os buracos do asfalto com areia, para agradar os motoristas. Querem um troco, uma "prata", como chamam as moedas, pelo serviço. Mãos estendidas, mas não ganham nada. Pé na tábua. Caridade é apenas uma placa na poeira do retrovisor.


Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI129353-EI1659,00-Fome+envelhece+nos+desertos+do+Ceara.html

Valdeci Benedito Mangianelli

  Valdeci Benedito Mangianelli, nasceu na cidade de São Paulo em 24 de novembro de 1969. Escolheu ser professor pois gostava de comunicação, devido à isso ele já foi gerente e representante comercial.
  Já fez uma faculdade de Economia na Universidade Braz Cubas (de 1989 à 1994); uma pós-graduação de Economia das Relações de Trabalho na PUC (de 2003 à 2004); outra pós-graduação de Economia do Meio ambiente na Unicamp (em 2004); estudou Geografia (de 2005 à 2008) e foi mestrado em Geologia (de 2008 à 2011).
  Ele é professor de Geografia à 5 anos e dá aula na E.E.Prof ª Irene de Lima Paiva á 3 anos. Valdeci que suas maiores dificuldades em ser professor são: a falta de interesse dos alunos e a indisciplina, e os aspectos positivos são: quando ele percebe que fez diferença para algum aluno, ou seja, que o ajudou.
  Valdeci conta que uma vez dando aula á noite com sua sala toda dando atenção, acabará a eletricidade, porém os seus alunos ligaram seus celulares e com a luz deles, ajudaram o professor á terminar sua explicação e no final da aula os alunos aplaudiram ele.O professor afirma :
      "A escola é um lugar do conflito, que demonstra a atual transformação da sociedade e apenas poucas vezes, um local de aprendizagem."  

Professora Margarete - Geografia

No dia 11 de maio de 1.960 , nasceu Margarete Nascimento de Araújo Sá . Formada na faculdade Dom Camilo Castelo Branco . Leciona na escola Irene de Lima Paiva há 1 ano . Desde pequena , sonhava em ser professora . Para ela o mais difícil é lidar com a indisciplina dos alunos . O lado bom é a troca do conhecimento e o resultado que eles passam . Na opinião de Margarete , a escola é um local de desenvolvimento do aprendizado . A escola é uma continuação do lar . O aluno tem que se sentir acolhido .

Professora Márcia Nery Santos

No dia 23 de novembro de 1.975 , nasceu Márcia Nery Santos , professora de história . Formada em 2009 , na faculdade Dom Camilo Castelo Branco . Leciona na escola Irene de Lima Paiva há 4 meses. Escolheu sua profissão por que história antigas sempre a fascinou. Para ela o mais difícil é a indisciplina e falta de interesse dos alunos . O lado positivo é quando os alunos aprendem e passam em vestibulares . Para Márcia um fato marcante é quando ela ve um aluno bem-sucedido .A escola para ela é um local ideal ,mas falta conscientização dos aunos.

Professor Tadeu - Matemática

No dia 07 de março de 1.962 , nasceu Geraldo Tadeu Rodrigues Almeida . Sua cor favorita é azul e seu esporte predileto é natação e futebol . No começo Tadeu, como gosta de ser chamado , trabalhava em um banco e estava cursando seu primeiro ano de odontologia .Logo percebeu que não era o que realmente queria . Um dia recebeu um convite para dar uma aula e imediatamente se apaixonou pelo trabalho . É professor há vinte e um anos . Se formou na PUC em 1.990 . Leciona no Irene de Lima Paiva há 3 anos . Para ele os aspectos negativos são : a sobrecarga de atividades , muito serviço burocrático e principalmente a falta de vontade e interesse dos alunos .Os positivos : a amizade criada com os alunos e a contribuição para formar o cidadão . Em sua opinião a escola é um local de compartilhação e conhecimento , onde não só o aluno aprende com o professor , mas onde o professor aprende com o aluno .

Luis Carlos Gonçalez


Luis Carlos Gonçalez,49 anos,nascido em 1962,trabalhou em uma industria,mas ficou sem emprego e daí começou a se dedicar a profissão de professor.
Formado pela Universidade São Judas Tadeu que durou 4 anos e concluída em 1988.
Ele trabalha como professor a 24 anos,e leciona nesta escola a 8 anos.Para ele sua maior dificuldade em sua profissão é a falta de colaboração dos pais,e o não reconhecimento social e financeiro,porém acha que os aspectos positivos são intervir diretamente na vida do aluno ajudando o a torna-se um cidadão honesto e com valores morais.
Um fato marcante em sua vida foi em 2009 quando morreram 2 alunos na mesma semana.
E ele acredita que a escola é um lugar de luz pois a palavra aluno ser sem luz e nós ( professores ) estamos aqui para que este ser produza luz própria.

Lilia Cristina de Farias


Lilia Cristina de Farias,32 anos,nasceu em São Paulo,é casada e tem um filho,Virou professora porque sempre admirou seus professores.
Se formou em 2001,seu curso durou 3 anos na Universidade: UNIABC,e foi licenciada em história como professora. É professora desde 2002, e está na Escola Irene de Lima Paiva há 2 anos.
A sua maior dificuldade com os alunos está voltada para a leitura e a escrita.Mesmo nos dias em que a educação já não é mais prioridade para nossa sociedade,ela acha que educar,orientar é uma dádiva.
Ela já trabalhou na EJA (educação de jovens e adultos) e aprendeu muito lá.
Pra ela a escola é tudo;lugar de ensinar e de aprender,trocar experiências ,afeto e crescimento.

Claudia Cappucci


Claudia Cappucci têm 47 anos de idade é casada e têm três filhas.Claudia é professora do estado, ela sempre gostou de matemática e assim quis ensinar outras pessoas.
Claudia fez seu curso na Universidade Unicastelo e São Judas e se formou em 2000. Ela é professora de matemática á 12 anos,e da aula na escola Irene de Lima Paiva á 8 anos.
Ela diz que as dificuldades de sua profissão é a sala muito cheia e os aspectos positivos é a maior participação dos alunos.
Ela conta que os fatos mais marcantes de sua vida é ver seus alunos entrarem na faculdade.
Ela afirma '' A escola é minha vida ''.

Maria de Lourdes Medeiros do Santos

Maria de Lourdes Medeiros do Santos,61 anos,casada,virou professora porque gostava muito de português e inglês e sempre gostou muito de ler,tinha uma fábrica de móveis,depois fechou-a,aproveitou o diploma que conquistou e virou professora.
Formada em letras,estudou na Universidade Mogi das Cruzes,á 39 anos atrás,e o curso durou 4 anos. É professora a 21 anos.
A sua maior dificuldade é a falta de perspectiva dos alunos,a falta de apoio da família e do governo.O aspecto positivo é trabalhar com os adolescentes ( preferência ) e mais tarde ver eles formados.
Um fato marcante em sua vida foi encontrar um ex-aluno com três filhos.Outro fato também foi trabalhar em uma escola com uma ex-aluna na escola Salvador Rocco.
A escola para ela é uma paixão que e que ela se realiza profissionalmente,porque tem excelentes colegas e bons alunos.

Manuel Bandeira: A estrela

Vi uma estrela tão alta,
Vi uma estrela tão fria!
Vi uma estrela luzindo
Na minha vida vazia.

Era uma estrela tão alta!
Era uma estrela tão fria!
Era uma estrela sozinha
Luzindo no fim do dia.

Por que da sua distância
Para a minha companhia
Não baixava aquela estrela?
Por que tão alto luzia?

E ouvi-a na sombra funda
Responder que assim fazia
Para dar uma esperança
Mais triste ao fim do meu dia. 

sonho e desejo

Um sonho
    Um desejo
          Os dois as metades se torna um inteiro








By: Leonardo                  

Problemas


Se eu fugir
Não irei sorrir
Pois não quero desistir.

Se eu chorar
Ninguem vai me alegrar
Porque tive medo de tentar

Se eu enfrentar
Provavelmente nao irei errar
Pois se tentar,
Me esforçar
E acreditar
Sei que vou ganhar.

By Camila N. Koshikumo
QUEM GOSTA DE MITOLOGIA GREGA VAI GOSTAR DESSE SITE: http://mitologiagre.blogspot.com.br/
QUEM GOSTAR SE DER VIRE UM SEGUIDOR PARA FICAR POR DENTRO DAS NOVIDADES

Relação de Poetas


Alberto de Oliveira
Almir Correia
Alphonsus de Guimaraens
Álvares de Azevedo
Arnaldo Antunes
Ascenso Ferreira
Augusto dos Anjos
Augusto Frederico Schimidt
Augusto Meyer
Bartolomeu Campos Queirós
Carlos Drummond de Andrade
Casimiro de Abreu
Cassiano Ricardo
Castro Alves
Cecília Meireles
Ciça
Cláudio Manuel da Costa
Cora Coralina
Cruz e Sousa
Dante Milano
Elias José
Emílio Moura
Fagundes Varela
Fernando Pessoa
Ferreira Gullar
Francisca Júlia
Gonçalves Dias
Gregório de Matos
Guilherme de Almeida
Henrique Félix
Henriqueta Lisboa
Iêda Dias
João Cabral de Melo Neto
João Ribeiro
Joaquim Cardozo
Jorge de Lima
José Albano
José Paulo Paes
Junqueira Freire
Lalau
Ledo Ivo
Luís Guimarães
Luís Vaz de Camões
Manuel Bandeira
Mário de Andrade
Maria Dinorah
Mario Quintana
Murilo Mendes
Olavo Bilac
Oswald de Andrade
Paulo Mendes Campos
Paulo Leminsky
Pedro Bandeira
Pedro Dantas
Pedro Nava
Pedro Xisto
Raul Bopp
Ribeiro Couto
Ricardo Azevedo
Ronald de Carvalho
Ronaldo Azeredo
Roseana Murray
Sérgio Caparelli
Sidônio Muralha
Sylvia Orthof
Tatiana Belinky
Thiago de Mello
Tomás Antônio Gonzaga
Vicente de Carvalho
Vinicius de Moraes
Wania Amarante


Eu, Vitória...

Me chamo Vitória, nasci em São Paulo capital no dia 28/01/2000, portanto tenho 12 anos. Estou na sexta série. Sou muito feliz.

Sou alegre, atraente e um pouco louca...

Bom, quando eu crescer quero ser veterinária, gosto muito de bichos.

Tenho dois irmãos mais velhos, o Vitor de 16 anos e a Michele de 21 anos e eu sou a caçula, minha irmã Michele não mora comigo, pois ela é só de parte de pai e ela mora com a mãe dela. Minha mãe se chama Mônica e meu pai Claudinei.

Gosto muito de sertanejo ,minhas cores preferidas são pink e azul. Gosto muito de bolo de morango. Sou santista com muito orgulho pois também minha irmã e meu pai são santistas.

Gosto muito da minha família, gosto bastante da minha madrinha Cordelia, ela é uma segunda mãe pra mim...

Bom essa sou eu, espero que tenham gostado!!!!!


Um pouquinho de mim...



Me chamo Larissa, nasci no Nordeste, no Estado de Alagoas, em União dos Palmares. Vim para São Paulo ainda bebê e aqui sou muito feliz, tenho 12 anos e estou na 6.ª série.

Sou atraente, extrovertida e muito impaciente .


Naõ sei exatamente o que vou ser quando crescer, mas sei que as opções de faculdade são estas: Oceanografia, Medicina, Veterinaria, Biologia e Psicologia, pois gosto muito dessas áreas de trabalho.


Tenho um irmão mais novo, de 7 anos, Joaõ Victor. Minha mãe se chama Luciane e tem 29 anos; a amo muito, pois ela é uma das razões do meu viver.


E é isso... vocês ficaram sabendo um pouquinho de mim e espero que tenham gostado.

By  Lary



                          


Tirinha do Cascão

Divirta-se !

Uma certa autoridade visitou uma penitenciária e reduziu a pena dos presos pela metade , ou seja : presos que deveriam cumprir 10 anos , passavam a cumprir 5 anos ; quem deveria cumprir 2 , passava a cumprir apenas 1, e assim sucessivamente .
Pergunta-se : e o que ele fez para solucionar a questão dos presos que foram condenados á prisão perpétua ?

A Frase *-*

'' Nunca , nunca , nunca deixe alguém te dizer que aquilo que você acredita é babaquice , que de repente teu sonho não vai dar certo ... ''


                                                                                                 Renato Russo 

Garfield


Divirta-se

Responda, se puder:
Certa vez um homem foi mandado para a prisão. Para tornar seu castigo ainda pior, não lhe disseram quanto tempo ele teria que ficar preso. O carcereirto era um sujeito muito correto e se afeiçoou ao prisioneiro.
 -Ora vamos-implorou o prisioneiro ao carcereiro-, você não pode me dar uma dica de quanto tempo terei que ficar nesse lugar?
 - Quantos anos você tem?-perguntou o carcereiro.
 -25.
 - E eu, 54-disse o carcereiro.-Diga-me, em que dia vocênasceu?
 -Hoje é o meu aniversário- respondeu o prisioneiro .
-Incrível!-disse o carcereiro.- É o meu também! Bom, sem isso puder ajudá-lo de modo, eu lhe digo... não que eu deva dizer, sabe como é, mas vou dizer... digo que, no dia em que eu tiver exatamente o dobro da sua idade, nesse dia você estará livre.
       Por quanto tempo o prisioneiro terá de cumprir a pena?

Pensamento vem de fora

Pensamento vem de fora
e pensa que vem de dentro,
pensamento que expectora
o que no meu peito penso.
Pensamento a mil por hora, tormento a todo momento.
Por que é que eu penso agora
sem meu consentimento?
Se tudo o que comemora
tem seu impedimento,
se tudo aquilo que chora
cresce com seu fermento;
pensamento, dê o fora
saia do meu pensamento.
Pensamento, vá embora,
desapareça no vento.
E não jogarei sementes em cima do seu cimento.

Frases

''Não cruze os braços diante de uma dificuldade, pois o maior homem do mundo morreu de braços abertos!'' Bob Marley
"Ideal seria que todas as pessoas soubessem amar, o tanto que sabem fingir" Bob Marley

Muitas pessoas chamam ele de louco , para mim ele foi só mais um sábio mal compreendido.

Marina #

Autobiografia!!!


...das saudades que não tenho
Nasci com 57 anos. Meu pai me legou seus 34, vividos com duvidosos amores, desejos escondidos. Minha mãe me destinou seus 23, marcados com traições e perdas. Assim, somados, o que herdei foi a capacidade de associar amor ao sofrimento...
Morava numa cidade pequena do interior de Minas, enfeitada de rezas, procissões, novenas e pecados. Cidade com sabor de laranja-serra-d’água, onde minha solidão já pressentida era tomada pelo vigário, professora, padrinho, beata, como exemplo de perfeição.
(...) Meu pai não passeou comigo montado em seus ombros, nem minha mãe cantou cantigas de ninar para me trazer o sono. Mesmo nascendo com 57 anos estava aos 60 obrigado ainda a ser criança. E ser menino era honrar pai com seus amores ocultos. Gostar da mãe e seus suspiros de desventuras.
(...) Tive uma educação primorosa. Minha primeira cartilha foi o olhar do meu pai, que me autorizava a comer ou não mais um doce nas festas de aniversário. Comer com a boca fechada, é claro, para ficar mais bonito e meu pai receber elogios pelo filho contido que ele tinha. E cada dia eu era visto como a mais exemplar das crianças, naquela cidade onde a liberdade nunca tinha aberto as asas sobre nós.
Mas a originalidade de minha mãe ninguém poderá desconhecer. Ela era capaz de dizer coisas que nenhuma mãe do mundo dizia, como por exemplo: – Você, quando crescer vai ter um filho igual a você. Deus há de me atender, para você passar pelo que eu estou passando. – Mãe é uma só. (...)
(Bartolomeu Campos Queiroz, em Abramovich, Fanny (org.) – “O mito da infância feliz”. Summus, São Paulo, 1983).
 Olá, meu nome é Henrique Hideky Osiro, tenho 12 anos, nasci no dia 20/04/2000 em São Paulo capital.
 Sou muito risonho, alegre e tento me esforçar na escola . Quando crescer quero ser um engenheiro civil, de petróleo, de computação, industrial ou químico (ainda estou na duvida em questão destas opções). Gosto muito de assistir Tv, (principalmente jogos de futebol, programas humorísticos, filmes e jornais) de ouvir música, mexer no PC, jogar vídeo game, jogar futebol e passear. Eu estudo na escola " E.E. Irene de Lima Paiva ", e estou na 6ª Série, minhas matérias favoritas são : Português, Matemática e Educação Física . Sou corintiano e torço para que nosso Timão vença a Libertadores este ano !!!


Antigamente : 




Atualmente :

paciência

Sentar na beira do universo
e com infinita paciência
jogar a linha
e sonha rpalavras esquecidas,
pedras sonoras que se desmancham
como bruma.

Uma estrela lateja solitária
à espera de ser colhida.
Quando dois olhos se encontram
tudo é possível.

(Roseana Murray, Rios da alegria. São Paulo: Moderna, 2005. p. 24.

Outras Palavras

Para dizer certas coisas
são precisas
palavras outras
novas palavras
nunca ditas antes
ou nunca
antes
postas lado a lado.
São precisas
palavras que nascem com
aquilo que dizem
palavras que inventaram
seu percurso
e cantam sobre a língua.
Para dizer certas coisas
são precisas palavras
que amanhecem.

(Marina Colasanti. Fino sangue. São Paulo: Record, 2005. p. 12.)

quadrinho "trabalho de português"

Eu achei no livro de português uma hq que está na página 195.Nela há um ratinho e uma baratinha que encontram alguns produtos.Observando as embalagens , o rato diz :
- Comida de passarinho tem um passarinho na embalagem!
- Comida de gato tem um gato! Então ele aponta para um pacote de veneno,por que tem um rato na embalagem e diz :
- Oba! Hora do almoço.

Eles comemoram por que acharam um saco de veneno de rato e no vaneno estava escrito " ratofim, morte dos ratos", e eles pensaram que comida de rato também tem um rato na embalagem, mas nessa embalagem tinha uma caveira simbolizando veneno.

Quem Eu Sou

Meu nome é Victor, tenho 12 anos nasci em 20/04/00 sou de São Paulo capital, sou legal e extrovertido, mais sou quieto. Torço pelo PALMEIRAS. Jogo Futebol de terça e quinta das 07h30min até às 11h20min da manhã se você quiser ver um dos meus gols é só ir ao Youtube e digitar "Golaço do Victor pelo clube atlético Carrão" o meu é o primeiro.
Gosto de informação assisto todo tipo de jornal até aqueles de manhã. Faço um curso de Inglês, Administração, Web Design, Marketing tudo de sábado das 11h00min da manhã às 14h00min da tarde.   
Gosto de Jogos, filmes, música (menos funk), TV, e de tudo um pouco...
Quero ser quando crescer um Administrador da minha própria empresa ou um Chief technology Officer, se não um Arquiteto de redes e soluções Wireless.

Ex :    *Gears of war,     *Todo Mundo Em Pânico  *Foo Fighters  *Space Goofs
           *Fifa 12              *De Volta Para O Futuro   *Coldplay       *Dave, O Barbáro

Tenho um irmão de Oito anos ele se chama Vinícius ele é muito mais muito falador e engraçado.                         (ele é palmeirense).
Agora tenho que fazer minha lição de ADM que é criar um empresa totalmente sustentável.


Eu mais novo:

Eu Hoje:


Mãe
Mãe é uma simples pessoa que nos coloca no mundo
E cuida da gente até a gente crescer
Dá carinho, atenção e amor
Mesmo que às vezes ninguém consiga perceber
Mãe consegue nos animar
Após o maior tombo que podemos cair
Mãe consegue nos confortar
Dizendo apenas "Estou aqui"
Mãe é a única que a gente sabe
Que nosso mal nunca vai querer
Por isso sempre diga a sua Mãe
Mãe eu amo você!

Quem Sou Eu

              Me chamo Ana Júlia, tenho 12 anos nasci em São Paulo no dia 03/03/2000, no hospital " Santa Joana ".
               Sou divertida,alegre e um pouco louca,rs. Minha cor preferida é preto e rosa, não vivo sem música, amo Luan Santana, Justin Bieber , Sertanejo, etc.. Não gosto muito de  mousse, sou mais bolo de cenoura e de fuba, rs.Torço pro Corinthians e me orgulho disso.
              Bom minha mãe morreu quando eu tinha 3 pra 4 anos,então fui criada pela minha madrinha porque meu pai trabalhava e ia me buscar de noite na casa da minha madrinha que se chama Teresinha, então eu vim pra casa da minha tia Mariângela que cuida até hoje de mim, ela como se fosse minha mãe. Tenho um irmão de 20 anos que se chama Gustavo e meu pai que tem 50 anos e que se chama Walter,eles são as pessoas mais importantes da minha vida. Minha melhor amiga é a Amanda e a Jade . Quando eu crescer quero ser Veterinaria amo animais.
   Bom essa sou eu!
                         
                                      
                                                          Antigamente
    
                          


                                                    Atualmente
                                                   
                                          
          

Antigamente
                                                         Hoje


Tirinha!

Em meu livro de portugês,na pagina 199 eu encontrei um tirinha muito engraçada,que fala que os rinoceronte enxerga muito mal,e ele bate em um carro, e o passageiro pergunta para o motorista o que foi aquilo e o motorista fala que foi mal olhado.

Quem sou eu ???

Meu nome é Marina Lima , tenho 12 anos e estudo na escola ''E.E. Irene de Lima Paiva''.

Bom vamos falar um pouco sobre mim , amo ouvir música , principalmente rock ( minha banda preferida é Avenged Sevenfold ), adoro ler , viajar , amo séries de TV principalmente ''Sobrenatural'' , assistir a filmes de suspense.
Sou meio doida , muito distraída  e acima de tudo amo minha família e meus amigos.

                                                                       Antigamente

Atualmente


Mas afinal , o que adianta  dizer o que penso de mim mesma
se cada um tem sua opinião!!

Marina #

Quem sou eu ?

Meu nome é Leonardo ,mas não gosto dele prefiro que me chamem de Leo ,Leozinho e outros . Eu so feliz e poucas vezes eu fico triste porque não desisto e também porque como eu disse sou feliz e n me não importo com a tristeza porque eu moro muito longe dela ainda bem.Eu tenho três irmãos sou o ultimo caçulinha ,meus irmãos são legais pior que são mesmo de vez em nunca mas isso conta , minha mãe chama Mônica e meu pai chama Valmir .Minha vida por enquanto é isso que eu contei para vocês espero que gostem

Quem sou eu ?





Diferença entre COLEGA e AMIGO...

Colega: separa sua briga;Amigo: já chega na voadora;
Colega:
chama seus pais de senhor e senhora;Amigo: chama de tio e tia, mainha ou painho.
Colega:
nunca viu você chorar;Amigo: sempre teve os melhores ombros para você chorar;
Colega:
nunca pede nada para beber e comer;Amigo: abre o armário e se sente em casa;
Colega:
pede para você escrever o seu número de telefone;Amigo: pergunta pelo telefone dele, pq não se lembra onde colocou
Colega:
pede alguma coisa emprestada e devolve em uns dias;Amigo: tem um guarda-roupa cheio de coisas suas;
Colega:
sabe algumas coisas sobre você;Amigo: poderia escrever uma biografia sobre você;
Colega:
não ficaria com você se as outras pessoas não tivessem com você;
Amigo: tá sempre com você;